sexta-feira, 11 de maio de 2012

Um respeitável bispo







Sua Excelência Reverendíssima Dom Manuel Ceia Laranjeira

Sua Excelência Reverendíssima Dom Manuel Ceia Laranjeira foi um bispo brasileiro do movimento católico independente, fundado por Sua Excelência Reverendíssima Dom Carlos Duarte Costa, ex-Bispo Titular de Maura da Igreja Católica Apostólica Romana, e 1 º Bispo do Rio de Janeiro e fundador da Igreja Católica Apostólica Brasileira. Nascido em 11 de Dezembro de 1903, na cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, ainda estava no activo como Sucessor dos Apóstolos até o início de 1990. DomManuel Ceia Laranjeira recebeu a Sagrada Ordenação Presbiteral das mãos de Sua Excelência Reverendíssima Dom Carlos Duarte Costa em 08 de Dezembro de 1947 e rcbeu a Sagrada Ordenação Episcopal como Bispo das mãos de Sua Excelência Reverendíssima Dom Salomão Barbosa Ferraz, em 29 de Junho de 1951, sendo Co-Consagrante: Monsenhor Yan Piotr Perkowiaky, Bispo Ortodoxo polaco. Após Dom Salomão Ferraz se incardinar na Igreja Católica Apostólica Romana, ele seguiu com o movimento brasileiro re-baptizando-o de Igreja Católica Apostólica Independente do Brasilna década de 60. Dom Salomão Ferraz havia instituído anteriormente a Igreja Católica Livre do Brasil e após ser Sagrado ao Episcopado, a mesma passou a denominar-seIgreja Católica Apostólica Independente no Brasil. Cansado e desiludido com o clero no Brasil, onde aos poucos a disciplina e tradição se estavam perdendo, pediu ingresso na Igreja Católica Apostólica Romana, não sem antes ter Sagrado ao Episcopado a Dom Manuel Ceia Laranjeira, Superior Geral da Ordem de Santo André e, após uma eleição, o mesmo foi Proclamado o novo Patriarca da Igreja. Contudo, Dom Manuel Ceia Laranjeira tinha uma educação e tradição mais europeia e extremamente tradicionalista, com tendências a uma ortodoxia mais relevante e actuante. Assim, em 1970 Dom Manoel Ceia Laranjeira propõe ao Conselho Geral da Igreja Católica Apostólica Independente a mudança do nome. A época das perseguições político-religiosas há muito haviam terminado, todavia, alegando que o nome de “Independente” poderia ser mal interpretado, tanto politicamente como socialmente, sugeriu o nome de “Igreja Católica Apostólica de Constantinopla ou Constantinopolitana, no Ocidente”. Em Junho de 1970 ficou aprovado o Estatuto e posteriormente mandado registar: “ Instituiu-se a Igreja Católica Apostólica de Constantinopla na República Federativa do Brasil, como legítima continuadora da Igreja Católica Apostólica Independente no Brasil......”. Esta sua decisão estava baseada numa maior aproximação da Igreja Primitiva do Oriente (Igreja Ortodoxa) tanto na sua ideologia, no seu distanciamento das normas da Igreja Latina como no cumprimento mais estrito e realista de suas regras e aproximação dos Mandamentos de Deus. Sua ideologia estava voltada para o completo bem estar social, para o misticismo e filosofia cristã do Oriente. Aos 14 de Novembro de 1987, Dom Manoel Ceia Laranjeira, Patriarca e Primaz da Igreja Católica Apostólica Independente e da Igreja Católica Apostólica Constantinopolitana, Ortodoxa do Ocidente, retira-se do seu Cargo de Patriarca, por motivos de sua avançada idade e precária saúde, com o Título de Patriarca Emérito. Logo em seguida foi convocado o Concílio Internacional para a Eleição do novo Patriarca da Igreja. Em 29 de Setembro de 1988, Dom Manoel entrega o comando da Igreja Católica Apostólica Constantinopolitana, Ortodoxa do Ocidente, a Dom Luis Filipe de Noronha e Valdigem, Arcebispo de Tessália, tendo o mesmo se desligado definitivamente da Igreja, de onde havia sido o Chanceler por muitos anos. Em 1975, Dom Manoel Ceia Laranjeira havia Sagrado Dom Felismar Manoel, Bispo do Rio de Janeiro, depois Arcebispo do Rio de Janeiro, Vigário-Geral da Igreja, o qual por sua vez Sagrou ao Episcopado a Dom Luis Filipe de Noronha e Valdigem, um Bispo legistimo de uma Sucessão Apostólica de mais de 500 anos, transmitida através de três Papas consecutivos. Dom Felismar Manoel sempre havia apoiado as idéias renovadoras e teológicas de Dom Manoel para uma aproximação à ortodoxia, praticando inclusivé na sua Capela privada o Ritual Bizantino, logicamente não exercido na Igreja Independente (de cunho estritamente latino).

Fonte: http://www.arcebispomakariosmenelik.blogspot.com/

sábado, 28 de abril de 2012

"A Maravilhosa Graça de Deus"

Alguns anos atrás, numa igreja na Inglaterra, o pastor notou um ex-assaltante se ajoelhando para receber a ceia do Senhor ao lado de um juiz da Suprema Corte da Inglaterra. O juiz era o mesmo que, anos antes, havia condenado o assaltante a sete anos na prisão.
Após o culto, enquanto o juiz e o pastor caminhavam juntos, o juiz perguntou, “Você viu quem estava ajoelhado ao meu lado durante a ceia?”
“Sim”, respondeu o pastor, “mas eu não sabia que você havia notado”.
Os dois homens caminharam em silêncio por alguns momentos. Daí o juiz disse, “Que milagre da graça!”
O pastor concordou. “Sim, que milagre maravilhoso da graça”.
Daí o juiz perguntou, “Mas você se refere a quem?”
O pastor respondeu “É claro, à conversão do assaltante.”
O juiz falou “Mas eu não estava pensando nele. Estava pensando em mim mesmo.”
“Como assim?” indagou o pastor.
O juiz respondeu, “O assaltante sabia o quanto ele precisava de Cristo para salvá-lo dos seus pecados. Mas, olhe para mim. Eu fui ensinado desde a infância a ser um cavalheiro, a cumprir a minha palavra, fazer minha orações, ir à igreja. Eu passei por Oxford, recebi meu diploma, fui advogado e eventualmente tornei-me juiz. Pastor, nada, a não ser a graça de Deus, podia ter me levado a admitir que eu era um pecador igual àquele assaltante. Levou muito mais graça para me perdoar por meu orgulho, minha confiança em mim mesmo, para me levar a reconhecer que não sou melhor aos olhos de Deus do que aquele assaltante que eu mandei à prisão.”
E que maravilha a graça é. Boas pessoas só não entram no céu porque seu orgulho as impede de chegar ao Salvador.
- Steven J. Cole, Not the healthy but the sick WORLD (March 1, 1997).

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Onde está Cristo nas desilusões?

Nos momentos de desilusão em que pensamos que tudo está no fim
e o desespero bate à nossa porta,não sabemos ao certo como agir ou
como pensar. Muitas vezes questionamos,"onde está Deus?". Porém
Deus está onde sempre esteve,controlando a intensidade das nossas
provações como está escrito em Isaias 43.

Sabemos que somos provados pelo fogo,porém o fogo não pode nos
queimar,sabemos que muitas das vezes parece que os nossos problemas
vão nos engolir como um rio de correnteza intempestuosa,porém nós
sabemos que os Rios não podem nos submergir e nem as águas nos afogar

No limite de nossas forças tendemos a fazer como asafe no salmo 73
e nos perguntamos porque estamos passando por tantas lutas enquanto
os que obram a maldade prosperam à vista de todos parecendo não ter
nenhuma luta ou provação,mas sabemos que enquanto nossas promessas
são eternas as riquezas dos ímpios perecem e logo se desfazem como a
folha seca levada pelo vento.

Que venha-mos a guardar a promessa de nosso Senhor,sabendo que
Ele nunca nos desampara mas sempre estará conosco,comigo,com você
até a consumação dos séculos(MT 28:20).

Em Cristo
Mons. +++Rodrigo Faddoul

domingo, 28 de agosto de 2011

NÃO DESISTA NUNCA!

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, dormindo apenas quatro horas por dia. Dorme ali mesmo, entre um pequeno torno e algumas ferramentas espalhadas. Para poder continuar seus negócios, empenha sua casa e as jóias da esposa.

Quando, finalmente, apresenta o resultado de seu trabalho a uma grande empresa, recebe a resposta que seu produto não atende o padrão de qualidade exigido.

O homem desiste? Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da chacota de seus colegas e de alguns professores, que o chamam de "louco".

O homem fica ofendido? Não! Dois anos depois de haver concluído o curso de Qualidade, a empresa que o recusara finalmente fecha contrato com ele.

Seis meses depois, vem a guerra. Sua fábrica é bombardeada duas vezes. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa.

Você pensará, é claro: bom, agora sim, ele desiste! Mais uma vez, não!

Imediatamente após a guerra há uma escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar alimentos para sua família.

Ele entra em pânico e decide não mais continuar seus propósitos? Não!

Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem as chamadas "bicicletas motorizadas". A demanda por motores aumenta e logo ele não conseguiria atender todos os pedidos! Decide montar uma fábrica para a novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia parece excelente, consegue ajuda de 3.500 lojas, as quais lhe adiantam uma pequena quantidade de dinheiro...

Hoje, a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística! Esta conquista foi possível porque o Sr. Soichiro Honda, o homem de nossa história, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.

Em nossas vidas... Quantos de nós, desistimos por muito menos? Quantas vezes o fazemos antes de enfrentar minúsculos problemas? Todas as coisas são possíveis, quando sustentadas por um sonho e valores consistentes.

Tome a decisão de um vencedor... Jamais desista!!!


Vai desistir??? Pense bem!!!! 

* O General Douglas MacArthur foi recusado na Academia Militar de West Point, não uma vez, mas duas. Quando tentou pela terceira vez, foi aceito e marchou para os livros de história.

* O superstar do basquete, Michael Jordan, foi cortado do time de basquete da escola.

* Em 1889, Rudyard Kipling, famoso escritor e poeta, recebeu a seguinte resposta do jornal San Francisco Examiner : "Lamentamos muito, Sr. Kipling, mas o senhor não sabe usar a língua inglesa."

* Winston Churchill repetiu a sexta série. Veio a ser primeiro ministro da Inglaterra somente aos 62 anos de idade, depois de uma vida de perdas e recomeços. Sua maior contribuição aconteceu quando já era um "cidadão idoso".

* Os pais do famoso cantor de ópera italiano, Enrico Caruso, queriam que ele fosse engenheiro. Seu professor disse que ele não tinha voz e jamais seria cantor.

* Albert Einstein não sabia falar até os 4 anos de idade, e só aprendeu a ler aos 7. Sua professora o qualificou como "mentalmente lerdo, não-sociável e sempre perdido em devaneios tolos". Foi expulso da escola e não foi admitido na Escola Politécnica de Zurique.

* Louis Pasteur foi um aluno medíocre na escola. Dentre 22 alunos, ficava em 15° lugar.

* Em 1944, Emmeline Snively, diretora da agência de modelos Blue Book Modeling, disse à candidata Norman Jean Baker ( Marilyn Monroe) : "É melhor você fazer um curso de secretariado, ou arrumar um marido. "

* Ao recusar um grupo de rock inglês chamado The Beatles, um executivo da Decca Recording Company disse : "Não gostamos do som. Esses grupos de guitarra já eram."

* Em 1954, Jimmy Denny, gerente do Grand Ole Opry, despediu Elvis Presley no fim da primeira apresentação, dizendo : "Você não tem a menor chance, meu filho. Melhor continuar motorista de caminhão. "

* Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone, em 1876, não tocou o coração de financiadores com o aparelho. O Presidente Rutheford Hayes disse: "É uma invenção extraordinária, mas quem vai querer usar isso ?"

* Rafer Johnson, campeão de decatlo, nasceu com um pé torto.

* Thomas Edison fez duas mil experiências para conseguir inventar a lâmpada. Um jovem repórter perguntou o que ele achava de tantos fracassos. Edison respondeu : "Não fracassei nenhuma vez. Inventei a lâmpada. Acontece que foi um processo de 2.000 passos."

* Aos 46 anos, após anos de perda progressiva da audição, o compositor alemão Ludwig van Beethoven ficou completamente surdo. No entanto, compôs boa parte de sua obra, incluindo três sinfonias, em seus últimos anos.

Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão. Isaías 40:31
Autor: Desconhecido

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Barbas de Molho


Cansado de ver seus sermões caírem no vazio, um pastor resolveu dar uma lição inesquecível aos seus ouvintes.

Num dos cultos semanais mais concorridos, ele subiu ao púlpito com seu aparelho de barbear, bacia, água, espuma, caneca, espelho e toalha. Nem sequer cumprimentou a igreja e, tranqüilamente, colocou água na bacia, testou a temperatura, ajeitou o espelho, pegou uma caneca, fez espuma, passou na cara, e começou a se barbear.

Gastou vários minutos nisso, que pareceram uma eternidade para os presentes.

Ao final, quando todos esperavam que o pastor fosse fazer um desfecho maravilhoso, fosse lhes apontar o "moral da história", ele simplesmente enxugou o rosto com a toalha, encerrou o culto e despediu o povo de volta para as suas casas.

Aquela semana foi atípica. O povo comentou o fato todos os dias, tentado advinhar o significado de tudo aquilo: “-Que mensagem ele quer nos passar?”, “-Qual é o simbolismo espiritual da água, do sabão, do barbear-se?”

Dias depois, quando ele subiu novamente àquele púlpito, a igreja estava cheia. O pastor olhou para a congregação e disse-lhes:
- Sei que vocês querem saber o significado do que fiz aqui neste púlpito na semana passada. Bem, eu vou lhes dizer: não há significado algum! Nenhum simbolismo. Nenhum desfecho maravilhoso. Nenhuma mensagem. Nenhum "moral da história".

- No entanto, se podemos tirar alguma lição disto tudo, é a seguinte: Há anos eu venho apresentando para vocês a mensagem bíblica, mas não tenho visto nenhuma mudança em suas vidas. Minhas mensagens têm caído no esquecimento, tão logo vocês saem do templo. Eu gostaria que vocês comentassem meus sermões durante a semana, do mesmo modo que se dispuseram a comentar o meu barbear nestes últimos dias, ou será que a minha barba é mais importante para vocês que a Palavra de Deus?





"E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas."
Deuteronômio 6.6-9

Autor: Desconhecido

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Deserto,uma escola de Deus

 

DESERTO, Uma Escola de Deus
Monsenhor  Rodrigo
“Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual, o SENHOR, teu Deus, te Guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os Seus mandamentos.”
(Deuteronômio, 8.2)
O deserto tem muitas faces: solidão, aridez, desconforto, esterilidade.

Todas as vezes que nos vemos em Volta de tais realidades é porque inexoravelmente estamos atravessando um deserto. Necessariamente, não precisa ser um Saara, ou um Arizona. Ele pode surgir na forma de uma doença inflexível, um problema familiar insolúvel ou uma angústia implacável da perda de um ente querido.

Não importa! Seja geográfico ou conjuntural, físico ou psicológico, o fato é que desertos têm sempre a mesma fisionomia: são secos, solitários e terrivelmente deprimentes. São capazes de gerar em nós a pior das sensações: a solidão.

Mas por que passamos por Desertos?

Qual o motivo que nos leva, vez por outra, a passarmos pela experiência dura dos desertos da vida?

Por mais que tais realidades sejam sub-produzidas por conjunturas criadas pelo próprio homem e suas próprias decisões, a Palavra de Deus nos diz que o deserto (seu e meu), sempre é uma escola de Deus. Quando o curso de nossa vida toma esse aspecto desolado dos ermos é porque Deus está querendo nos ensinar algumas lições importantes, as quais não germinam na topografia da alegria, da bonança e da prosperidade.

Só os desertos oferecem “fertilidade” para tais verdades nascerem em nossas vidas.

O texto de Deuteronômio 8.2 fornece três grandes lições dessa dura, terrível, mas necessária, escola de Deus.
1. No deserto nós aprendemos a ouvir a voz de Deus.É interessante o fato da palavra deserto, no hebraico ‘midbar’, vir da mesma raiz da palavra ‘dabhar’ – falar.

Isto se deve ao fato de que o deserto é um lugar onde Deus pode falar. Onde Ele nos comunica as Suas mais importantes mensagens. Passamos a vida inteira sem Dar ouvidos à Sua voz, mas o deserto corrige isso: é o megafone de Deus, a dizer tudo aquilo que sempre relutamos ouvir, e a nos comunicar tudo aquilo que sempre prescindimos saber. Neste lugar solitário, só a voz de Deus é maior do que a voz da solidão, da dor. Se não fosse essa experiência do deserto pela qual passamos poderíamos viver a vida inteira sem ouvir ou conhecer o que Deus tanto deseja nos ensinar – e que só é possível trazendo-nos a essa angustiante escola de sofrimento.
2. No deserto nós aprendemos ser humildes. O verso 2 diz que Deus levou Seu povo ao deserto para os humilhar, isto é, fazê-Los "humildes".
 Isto para ensinar-lhes a dura lição da humildade. Porque o deserto não é só um lugar de condições precárias para a sobrevivência, é também um lugar de obscuridade. Nos desertos nós temos que aprender a conviver com a dura realidade da solidão.

Fomos sacados da fama e abandonados no meio do solitário anonimato. Como Moisés (tirado do palácio e levado ao deserto), deixamos de ser importantes, e temos que conviver com a dura realidade da obscuridade. Deixamos de ser “a bola da vez”, o “cara in”, a referência. Essas coisas deixam de ser importantes no deserto: lá é uma lixa de Deus que remove essa espessa e dura camada de orgulho com a qual nos vestimos nos momentos de prosperidade.

Parece ser dura essa lição que os desertos nos ensinam?? Mas é necessária.

Else nos ensinam que não precisamos dos “tapinhas nas costas”, dos aplausos, dos holofotes da glória humana. Precisamos apenas de Deus. E também:

3. No deserto nós aprendemos a lição do autoconhecimento. O deserto revela quem nós somos. O verso nos revela esse terceiro propósito: “... Para saber o que estava no teu coração...”.

Na verdade, não há nada como um deserto para nos ajudar a conhecer o nosso próprio eu.

Foi o deserto que revelou o coração maldizente e incrédulo do povo que saiu do Egito. Quando as crises chegaram, else revelaram quem realmente eram. Todos os bonitos e falsos trajes da aparência foram removidos, dando lugar à verdadeira face do seu coração e do seu caráter. Quando estamos atravessando um deserto, é porque há uma face oculta do nosso ser que precisa ser conhecida e tratada na presença do Senhor.
Não obstante todas as múltiplas faces aterrorizantes que os desertos tenham, todos else cumprem esse propósito pedagógico em nossas almas. Deus jamais nos põe na fornalha ardente do deserto para nos destruir. Ele apenas nos refina. O objetivo de Deus nisso tudo?? Nos tornar melhores, mais e mais na imagem de Seu Filho.

Força e Paz! E uma Grande semana...